quarta-feira, 9 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Pensamentos!

Sigo preferindo a mentira contínua da minha imaginação, leve e feliz à cruel inércia da realidade dura, fugaz e deprimente.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A arte do flerte

Esse era o tema que mais apetecia a Mateus: relacionamentos. O porque, nem ele sabia. Não era por experiência própria, com certeza. Mateus não namorara mais que três mulheres ao longo de seus 23 anos, e suas relações passaram longe da perfeição. Era um cara normal, com estilo normal, beleza normal. Por algum místico motivo, entendia de relacionamentos. Sabia dar conselhos a ambos os sexos, como agir no início do namoro, como ter a moça desejada aos seus pés, e até, como terminar sutilmente o namoro, fazendo a ex nunca deixá-lo completamente.
.
Contudo, o que mais lhe agradava era o flertar. Considerava isso uma arte a ser apreciada. O ato de flertar mistura paixão e guerra, ataque e defesa, é uma agressão comedida ao mesmo tempo que um carinho malicioso. Nesse jogo, perde pontos quem se expõe demasiadamente, igualmente àquele que se retrai em excesso. Flerte é dúvida. Não se pode ser direto e objetivo no flerte. Como diz a música do Lulu Santos: "Deixo assim ficar subentendido...". Essa é a graça! Tudo fica subentendido, todos os elogios estão em entrelinhas. Cada palavra dita tem um segundo significado e deixa o ouvinte, no mínimo, instigado.
.
Terminada a “caça”, com o tão idealizado beijo, cabe ao casal decidir passar para a próxima fase e aposentar-se na jogatina, ou parar por aí e iniciar um novo jogo. Mateus, sempre preferiu a segunda opção. Era um jogador nato e não podia desperdiçar seu talento. Afinal, o que realmente move a paixão é o flerte, é o novo, é essa espetacular arte (da guerra). E Mateus, nesse caso, é um incontestável sábio.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Ponto Final

Fazia pouco que terminara o namoro. Sentada em seu quarto ela se imaginava linda, deslumbrante, confiante, caminhando pelas ruas da cidade. A cada passo que dava atraía olhares de respeito e admiração das outras fêmeas e olhares de cobiça e desrespeito dos homens. Todavia, isso não era o principal para ela. Só interessava a superioridade que exalava. Sim, superioridade. Palavra magnífica. Entre um passo e outro, passara pelo ex. Ele, por sua vez, era o contrário. Deitado à beira de uma fossa, embriagado de emoções negativas. Abatido. Inferior. Ela mal olhara para ele. Não o devia satisfação de sua alegria. Sua força dizia que ela era mais forte. E face a face, isso se comprovara. Em sua mente o ex estava fossilizado.
.

Agora toda história retrocede. Como quando se volta o filme. Os passos são desfeitos, os olhares nunca ocorreram. Ela volta à realidade. E se percebe cruelmente emersa da imaginação. Sozinha em seu quarto de baixa luminosidade. Olha-se no espelho, depara-se com um rosto maltrato pela tristeza, embebido em lágrimas. Veste sua máscara que esbanja largo e falso sorriso e sai porta a fora.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Bombará!

Bandas confirmadas:
Ministério Éffeta;
Ministério Luz das Nações;
CLJ São Vicente Mártir;
Rodrigo Grecco;
Luiz Felipe Colvara (Zuzu) com repertório da Banda Alma;
Poliana Flores;

sexta-feira, 30 de abril de 2010